Os estudantes do Colégio Ceeinfor Mãe Stella projetaram um barco que pode ajudar na preservação das espécies nativas dos biomas de Salvador. Grupo esteve presente na SUCESU BA 2026, nesta quarta-feira (3).
O grupo composto pelos estudantes Yasmin, Guilherme, Bianca e Vitória foi orientado pelo professor Alex Fonseca e pela coordenadora Samira.
O barco do Projeto Igaraçu foi criado com legos impressos utilizando uma impressora 3D da unidade de ensino. A estudante Yasmin explicou que a câmera utilizada no barco será adaptada, utilizando Inteligência Artificial, para ajudar na identificação de espécies e da saúde do ambiente marinho.
“Por exemplo, se há uma concentração de espécies em um lugar que não deveria haver essa concentração e esse tipo de coisa”, explicou. “Também temos o objetivo de ir em aldeias indígenas de povos originários para pegar amostras da água, identificar, analisar a qualidade dessa água e identificar a poluição”, completou Yasmin.
Além da identificação de espécies, o estudante Guilherme afirmou que eles pretendem criar um site para divulgar as imagens capturadas pelo barco. “A gente vai estar mostrando as gravações, regiões onde tem um baixo uma baixo número de espécies, onde tem um alto número de resíduos plásticos naquela região, como a poluição vem afetando a Baía de Todos Santos […] também os rios de povos originários”.
Os estudantes também comentaram sobre a criação de um sistema de colega de lixo para auxiliar na limpeza dos mares e rios monitorados.
O professor Alex Fonseca destacou que o projeto é uma prova do potencial científico das escolas publicas. “Nós estamos o tempo todo motivando os alunos, trabalhando em laboratórios, com laboratórios que são muito bem equipados”, disse em entrevista ao bahia.ba.
O professor enalteceu a estrutura do Ceeinfor Mãe Stella e disse que a escola conta com mais de 10 laboratórios e temos um de robótica e um maker, com impressora a 3D.
“Nós participamos de congressos, nós participamos de feiras e estamos aqui para apresentar esse projeto que não só incentiva esses alunos a caminhar nessa área, mas também a outros alunos que têm o desejo de participar de um clube de ciência, de um clube de robótica e mostrar que também tem outros professores, também no nosso colégio, que produzem ciência e que fazem pelos nossos alunos” concluiu.










