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Internacional

China, África e países do Golfo Pérsico condenam ataques ao Irã

CCN News
Última atualização: 2026/03/01 at 7:08 AM
CCN News Publicado 01/03/2026
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Contents
Direito de respostaRespeito à soberaniaUnião Africana

Governos e organizações internacionais se manifestaram nas redes sociais neste sábado (28) para condenar os ataques militares envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel, além das ações que atingiram países do Golfo. As declarações pedem cessação das hostilidades, respeito ao direito internacional e retomada do diálogo.

O Ministério das Relações Exteriores da Arábia Saudita condenou o que classificou como “flagrante agressão iraniana” e violação da soberania dos Emirados Árabes Unidos, Bahrein, Catar, Kuwait e Jordânia.

O governo saudita declarou solidariedade “total e inabalável” aos países citados e afirmou estar pronta para apoiar quaisquer medidas adotadas em defesa de sua soberania. O governo saudita também alertou para as “graves consequências” da contínua violação dos princípios do direito internacional.

Direito de resposta

O governo do Catar condenou o lançamento de mísseis balísticos iranianos contra seu território e classificou o ataque como violação de sua soberania e integridade territorial.

Doha afirmou que se reserva o direito de responder de forma proporcional, conforme o direito internacional, e reiterou que tem defendido historicamente o diálogo com Teerã como forma de resolver disputas regionais.

O país também declarou solidariedade ao Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Jordânia e Bahrein, e pediu a cessação imediata das ações que possam ampliar o conflito.

Respeito à soberania

O Ministério das Relações Exteriores da China declarou estar “extremamente preocupado” com os ataques e exigiu a interrupção imediata das ações militares.

O governo em Pequim defendeu o respeito à soberania e à integridade territorial do Irã, além da retomada do diálogo e das negociações para preservar a estabilidade no Oriente Médio.

União Africana

A União Africana divulgou nota assinada pelo presidente da Comissão, Mahmoud Ali Youssouf, manifestando “profunda preocupação” com a escalada militar.

Segundo o bloco, uma intensificação do conflito pode afetar mercados de energia, segurança alimentar e estabilidade econômica, especialmente em países africanos que já enfrentam pressões internas. A entidade pediu moderação, desescalada urgente e respeito à Carta das Nações Unidas, além de apoio a esforços de mediação conduzidos por Omã, país do Golfo Pérsico tradicionalmente cenário de negociações.

As manifestações ocorrem em meio ao aumento das tensões no Oriente Médio, com líderes internacionais alertando para o risco de um confronto regional de maiores proporções.

Agência Brasil

CCN News 01/03/2026 01/03/2026
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