Imagem Lateral
GIF 1
GIF 2
GIF 3
GIF 4
GIF 1
By using this site, you agree to the Privacy Policy and Terms of Use.
Aceitar
ccnnews.com.brccnnews.com.br
Aa
  • Início
  • Bahia
  • Lauro de Freitas
  • Camaçari
  • Salvador
  • Brasil
  • Política
  • Internacional
  • Diversos
  • Famosos
  • Imóveis à venda
Lendo: Sindicatos repudiam violência contra jornalista na Câmara
Compartilhar
Aa
ccnnews.com.brccnnews.com.br
pesquisar
  • Início
  • Bahia
  • Lauro de Freitas
  • Camaçari
  • Salvador
  • Brasil
  • Política
  • Internacional
  • Diversos
  • Famosos
  • Imóveis à venda
Política

Sindicatos repudiam violência contra jornalista na Câmara

CCN News
Última atualização: 2026/02/25 at 10:30 PM
CCN News Publicado 25/02/2026
Compartilhar
Compartilhar

Contents
Violência de gêneroResponsabilização

Entidades ligadas ao jornalismo repudiaram, em nota nesta quarta-feira (24), um episódio de violência sofrido pela jornalista Manuela Borges, do Portal ICL Notícias, no Salão Verde da Câmara dos Deputados, em Brasília, na tarde de terça-feira (23). 

As entidades consideraram o episódio “inaceitável e absurdo” e apontaram ter havido “grave violência” e “coação” profissional que estava no exercício da função dentro de uma Casa legislativa. 

O documento é assinado pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal (SJPDF), pelo Coletivo de Mulheres Jornalistas do DF, pela Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ) e pela Comissão de Mulheres Jornalistas da FENAJ.

Ontem, Manuela Borges foi cercada e intimidada por um grupo de cerca de 20 servidores de gabinetes de parlamentares. As violências ocorreram depois de ela questionar parlamentares do PL sobre a instalação de outdoors no Distrito Federal com imagens da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e da deputada federal, Bia Kicis (PL-DF).

Ela cobria uma entrevista à imprensa de parlamentares opositores ao governo federal em que estavam presentes assessores e também pessoas que filmavam sem credenciamento. Depois de fazer a pergunta sobre os outdoors no Distrito Federal, Manuela passou a ser hostilizada. Ela conta que simpatizantes dos políticos passaram a colocar os celulares muito perto de seu rosto e houve gritos em tom de intimidação. 

“Nosso papel é o de fazer perguntas. Doa a quem doer. Não podemos sofrer violência por causa disso”, disse a jornalista em entrevista à Agência Brasil.

Violência de gênero

Para as entidades, o cerco agressivo contra uma mulher jornalista tem por objetivo silenciar os questionamentos e fragilizar a presença feminina nos espaços de poder.

“A liberdade de imprensa é pilar fundamental da democracia e não pode ser cerceada por métodos de coação física e psicológica praticados por servidores públicos pagos com o dinheiro da sociedade”, destacou a nota.

Para os representantes dos profissionais, a violência excede o ataque individual à profissional, e se constitui um ataque frontal contra a categoria de jornalistas, contra a profissão e contra o próprio jornalismo. 

As entidades afirmaram ainda que a Polícia Legislativa, que estava presente no local, não interferiu de nenhuma forma para garantir a integridade da jornalista durante o episódio. 

Responsabilização

Na nota, os representantes da categoria pedem à presidência da Câmara dos Deputados a imediata e rigorosa apuração do caso e exigem a “responsabilização administrativa e legal de todos os servidores e parlamentares envolvidos na violência contra a jornalista”.

As entidades ainda querem medidas de segurança que “garantam o livre exercício da profissão por jornalistas em todas as dependências do Congresso Nacional”. Os representantes da categoria farão uma representação formal à Presidência da Câmara, com imagens e vídeos que auxiliem na identificação dos agressores.

De acordo com as entidades, entre os agressores, havia, inclusive, pessoas com crachá de servidores de gabinetes parlamentares, além de militantes políticos.

Apesar desse episódio de violência, a jornalista Manuela Borges disse que não vai se intimidar e que pretende continuar a cobertura na Câmara dos Deputados normalmente, como faz há mais de 20 anos. Em 2014, ela também foi ofendida pelo então deputado federal Jair Bolsonaro depois de fazer perguntas sobre o golpe de 1964. 

A reportagem da Agência Brasil buscou posicionamento do Partido Liberal e da presidência da Câmara sobre o episódio, que ainda não se manifestaram. O espaço está aberto para manifestação.  

Agência Brasil

CCN News 25/02/2026 25/02/2026
Compartilhe este artigo
Facebook Twitter E-mail Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também!

Política

Veja como foi a sexta-feira (2) dos candidatos a presidente

02/10/2026
Política

Presidente do Senado marca para segunda votação do fim da escala 6×1

02/10/2026
Política

Agência Brasil e veículos da EBC fazem cobertura especial das eleições

02/10/2026
Política

ONS fará operação preventiva para garantir energia durante as eleições

02/10/2026
© CCNNews. All Rights Reserved.
Welcome Back!

Sign in to your account

Perdeu sua senha?